Vigyana Bhairava Tantra, vol. II
As 112 técnicas de meditação tântrica
Tantric Wisdom Goddesses, David Frawley
Prāna (em sânscrito:प्राण, sopro de vida) é, segundo os Upanishads, a energia vital universal que permeia o micro e macro cosmos. Pura energia Prana é tudo o que nos faz sentir em casa, tudo o que nos religa à nossa natureza essencial.
Palestra de Amy Matthews sobre os limites da prática de yoga – será que há limites anatómicos ou simplesmente mentais?
Excelente vídeo de Leslie Kaminof sobre esta temática.
http://yogaanatomy.net/choreography/
A meu ver, nos estilos em que vinyasa é considerada, as posturas seguem-se numa ordem estética. No hatha yoga, por exemplo, a importância da sequência é muito maior do que qualquer preocupação estética, pois o fluxo energético e anatómico é que produz os necessários efeitos no praticante.
Ou Deepavali ou Deepawali, também conhecido como Festival das Luzes, é uma festa religiosa do hinduísmo, sikhismo, budismo e janaísmo, que comemora a destruição de Narakasura por Krishna, que simboliza a destruição das forças do mal. As luzes ou lâmpadas que se acendem durante as festividades representam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano. Pequenos lampiões (chamados de “diyas”) são acessos durante todas as noites do festival e colocadas ao redor das casas, os quais simbolizam o conhecimento ou a luz interior do indivíduo, que traz a paz interior e combate quaisquer traços de escuridão e ignorância.
Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro, sendo uma época de muita religiosidade, votos de sacrifício e introspecção. Em muitas partes da Índia, é o Baile do Rei Ramachandra em Ayodhya, após 14 anos de exílio na floresta. Rama, um dos avatares de Vishnu, derrotou o mal encarnado em Ravana, que havia raptado sua esposa Sitadevi. O povo de Ayodhya (a capital do seu reino) celebrou a vitória de Rama com a iluminação em fileiras (avali) das lâmpadas (Deepa), dando assim o seu nome: Deepavali. Esta palavra, em devido tempo, se tornou Diwali em hindi.
O Diwali consiste em três ou cinco dias de comemorações (a duração depende de onde vieram suas tradições de comemoração):



As férias são o momento sempre esperado para quebrar com a rotina, descomprimir e recuperar energias. Mas estas minhas férias foram tudo menos isso!! O volume de trabalho aumentou, as relações interpessoais tenderam a exigir de mim emocionalmente e a tentativa de trabalhar e explorar energeticamente o meu ser deixou-me algo esgotada. Neste cenário, foi muito difícil para mim conseguir o apaziguamento dos sentidos através da prática de yoga.
De facto, em cada tentativa acabava por sentir alguma frustração, pois não sentia o efeito que outrora sentira. Cheguei a questionar o porquê. Não queria acreditar que a minha viagem tivesse chegado ao fim… Preferi acreditar que, se não consegui interiorizar a prática de yoga durante os meses de verão, não deveria forçar. Aliás, forçar a prática é algo que devo travar, pois como indica o Yoga Sutra II:47 “a posição é dominada quando se elimina a tensão e se medita no infinito”.
É precisamente na meditação que devo procurar o reencontro, pois os asanas são instrumentos para o crescimento pessoal e não um fim em si mesmo, caso contrário corre-se o risco de que o ego cresça em proporção direta ao aumento da flexibilidade. Mas essa consciência parece ter sido esquecida e o meu receio é de um apego (Parigraha) demasiado ao corpo, esquecendo Mokṣa. Vyāsa, em comentário ao aforismo II:38 do Yoga Sutra, diz que aparigraha significa “desistir de cobiçar, considerando que a cobiça e o acúmulo causam problemas, que as coisas estão sujeitas à decadência e que a associação com elas causa desconfiança e rancor”.